Um vídeo que tem circulado nas redes sociais, onde uma mulher sugere que eleitores assinem o caderno de votação para garantir a comprovação do voto, é falso. A afirmação, que poderia gerar confusão durante as eleições, foi desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na gravação, a mulher pede que os eleitores não deixem de assinar o caderno, alertando sobre possíveis fraudes. Ela argumenta que, se não houver assinatura, seria difícil comprovar qualquer irregularidade. No entanto, essa orientação é enganosa e não se sustenta quando analisada à luz das regras eleitorais vigentes.
O TSE esclareceu que a assinatura no caderno não tem valor para auditorias futuras e que a biometria já serve como comprovação de presença nas eleições. Para aqueles que utilizaram a biometria e tiveram a identidade confirmada, a assinatura é desnecessária. Além disso, a prática de assinar o caderno pode atrasar o processo eleitoral, algo que deve ser evitado em um momento tão crucial.
O tribunal ressalta que, em caso de falha na leitura da biometria, o eleitor deve informar o seu ano de nascimento, e somente neste caso é obrigatória a assinatura. Para a conferência dos resultados, existem mecanismos oficiais, como o Boletim de Urna (BU), que garantem a transparência e a veracidade dos dados apurados.
Portanto, é fundamental que os eleitores se informem corretamente e não se deixem levar por informações que podem comprometer o andamento das eleições. A desinformação pode gerar pânico e desconfiança, prejudicando a confiança no sistema democrático.




